"Aprendi que, ao seguir os passos de Meishu-Sama com sinceridade e gratidão, nossa vida se transforma."
SERGIO ANDRÉ - IGREJA JACAREPAGUÁ - RJ
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Assunto:
- Paz
Tenho 68 anos e, em 1961, quando eu tinha apenas 4 anos, meu pai saiu de casa. Cresci revoltado e carreguei essa mágoa por décadas.
Em maio de 1992, conheci minha esposa, que é messiânica. Nós nos casamos em dezembro e, naquele mesmo ano, ingressei na fé.
Passei a frequentar a igreja duas vezes por semana e me envolvi em diversas dedicações: recebia e ministrava Johrei; fazia mitamamigaki (dedicação de limpeza como polimento da alma); ofertava o donativo de gratidão; auxiliava na aquisição de flores para o Sanguetsu; distribuía miniarranjos florais e dedicava na fundação e tesouraria.
Essas práticas me ajudaram a compreender as Leis Divinas e a desenvolver gratidão, mesmo diante das dores do passado.
Em 1995, recebi a notícia de que meu pai queria me encontrar.
Já fortalecido pela fé, aceitei esse reencontro com o coração aberto.
Após trinta anos, pude chamá-lo de pai e reconstruímos nossa relação com amor e respeito.
Em março de 2015, ele enfrentou um câncer e tive a permissão de cuidar dele, ministrando Johrei. Pouco antes de seu falecimento, em março de 2018, consegui expressar meu perdão e gratidão, permitindo que ele partisse em paz.
Esse momento despertou em mim o desejo de entronizar o Altar no Lar e o Mitamaya, o que foi feito em janeiro de 2020, reforçando meu compromisso com a fé.
As práticas messiânicas me fortaleceram nos momentos difíceis e me ensinaram que, ao seguir os passos de Meishu-Sama com sinceridade e gratidão, nossa vida se transforma.
Hoje, sinto-me bem emocionalmente e sou grato por ter resgatado os laços afetivos com meu pai antes de sua partida.
Frequento a unidade duas vezes por semana e dedico na recepção e no coral.
Agradeço a Deus, a Meishu-Sama e à minha esposa por me conduzir ao caminho da salvação.
Sigo firme na fé e desejo fazer o maior número de pessoas felizes.
Muito obrigado.