OS SERES INANIMADOS TAMBÉM TÊM VONTADE E SENTIMENTO (Segunda e última parte)
Por: Meishu-Sama
[...] Mesmo em relação aos seres inanimados, é diferente se os amamos continuamente. As antiguidades são excelentes. Quanto mais antigo for um objeto, mais pessoas o observarão e o apreciarão, e daí surge o seu valor.
Uma tigela de chá antiga, por exemplo, tem encanto e beleza quase inexplicáveis uma vez que o espírito e o sentimento de muitas pessoas estão ali impregnados. Desta forma, quando vemos um objeto novo, mesmo que este seja de qualidade, não sentimos o mesmo encanto.
Além disso, os produtos agrícolas e as flores com os quais nos deleitamos, podem ser muito diferentes, o que depende das pessoas. Não faz nenhum sentido utilizar esterco.
Este é um ponto fundamental e, conforme já afirmei, quando a energia espiritual do fogo, da água e do solo se fundem, originam uma força invisível, que eu chamei de X, pois não há como nomeá-la. Esta é a base de tudo o que existe no mundo. Isso, sim, constitui o adubo.
O solo é matéria e é pleno da energia espiritual (reiki), que domina essa trilogia. Esta energia ora se fortalece, ora se enfraquece.
Se o ser humano não sujar o solo e o cultivar com amor, a energia se torna mais forte. Este é o adubo. Entretanto, como ele é invisível, por mais que a ciência o pesquise, não entenderá.
Na verdade, a Ciência pode atrapalhar e piorar as coisas. Uma vez que esse ponto é fundamental, estou, aos poucos, ensinando aos agricultores. Aliás, estou fazendo mais do que isso, pois quando constatarem os bons resultados na prática, a ponto de se perguntarem: “Que estranho! Qual seria o motivo?”, apreenderão a lógica por trás dessa realidade. Caso contrário, é difícil captar de imediato.
Por Meishu-Sama – O caminho da Flor
Publicado em 16 de janeiro de 1954