Iluminado pela Luz de Deus, posso viver em paz de espírito mesmo em mundo totalmente envolto pela escuridão.
Por: Meishu-Sama
(...) Nossa Igreja irá construir o Paraíso Terrestre. Primeiramente, a família deverá tornar-se paradisíaca. Portanto, é preciso que nosso espírito também o seja. Paradisíaco é aquele estado em que, espiritualmente, a pessoa não passa por nenhum sofrimento. Assim sendo, se a impaciência vem a ser um tormento, a angústia de que as coisas não corram a contento também é um inferno. Por conseguinte, no mínimo, precisamos livrar-nos do sofrimento.
O melhor meio para extingui-lo é possuir o sentimento de gratidão, isto é, não criar o inferno no coração. A respeito disso, devemos conscientizar-nos de que todas as religiões de até então consideram benéficos os sofrimentos em prol da fé. Existem até mesmo aquelas que chegam a buscá-los. [...] Dado que as pessoas em geral possuem essa mentalidade, mesmo após se filiarem à nossa religião, não conseguem livrar-se dessa ideia, que as persegue.
Referi-me ao mundo de até então, que, por pertencer à Era da Noite, era infernal. Por essa razão, mesmo um fiel exemplar não conseguia livrar-se dos horríveis sofrimentos.
Finalmente, houve o anúncio do fim da Era da Noite e, agora, a Era do Dia está prestes a se tornar uma realidade. Nossa religião será a orientadora da construção do Paraíso Terrestre. Portanto, devemos evitar a criação do inferno em nosso coração e nele edificar o Paraíso.
Por Meishu-Sama – O pão nosso de cada dia, vol. 1 – Poema 55
Publicado em 12 de março de 1952