Seguir os passos de Meishu-Sama é uma honra e uma permissão inestimáveis, que pretendo cultivar e valorizar por toda a vida.
LEONARDO JANUZZI - DIFUSÃO SANTO ANDRÉ – SP
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Bom dia a todos!
Tenho 45 anos e pertenço à terceira geração de messiânicos da família, tendo recebido o Ohikari (Medalha da Luz Divina) aos 12.
Hoje, somamos mais de 40 messiânicos, dentre os quais, seis são ministros.
A base espiritual que recebi foi fundamental para que eu pudesse enfrentar as provações que marcaram minha trajetória.
Nasci com uma doença cardíaca congênita grave, chamada transposição das artérias, em que a posição da aorta e da artéria pulmonar está invertida.
Isso fazia com que o sangue oxigenado voltasse para os pulmões, e o sangue pobre em oxigênio circulasse pelo corpo.
Eu possuía apenas trinta por cento de oxigenação sanguínea.
Minha aparência era arroxeada, sentia cansaço constante, fraqueza e falta de coordenação.
Mesmo após um ano de idade, eu ainda não me sentava.
Os médicos afirmaram que somente uma cirurgia poderia reverter o quadro.
Assim, com um ano e quatro meses, fui submetido a um procedimento de altíssimo risco.
Antes da intervenção, meus pais foram à igreja orar e pedir a proteção de Deus e Meishu-Sama.
Durante a cirurgia, sofri uma parada cardíaca de dez minutos.
Quando os médicos já estavam desistindo de me reanimar, o coração voltou a bater. Esse foi o meu primeiro milagre.
A partir de então, segui a vida normalmente.
Cresci, me desenvolvi, e os exames não apresentavam nenhuma alteração. Todavia, quando completei sete anos, contraí uma bactéria no fígado que se espalhou, comprometendo o organismo.
Tive edema pulmonar e convulsão.
Precisei ir para a UTI, e sofri outra parada cardíaca.
Enquanto os médicos tentavam me reanimar, os familiares me ministravam Johrei através da porta, e de repente, o coração voltou a pulsar.
Após isso, a melhora foi gradual, e recebi alta depois de treze dias.
O Johrei salvou minha vida mais uma vez. Eu era conhecido no hospital como o “menino-milagre”. Essas experiências fortaleceram a fé de toda família.
Cresci realizando as práticas messiânicas: ministrando e recebendo Johrei diariamente; dedicando em diversos setores; participando dos cultos; oferecendo donativos, e lendo os Escritos Divinos.
Em meados de 2025, comecei a sentir muito cansaço, acompanhado de tosse constante, e um inchaço na perna direita.
No início de outubro, procurei um cirurgião cardiovascular.
Os exames apontaram dois trombos no coração, que são coágulos de sangue que se formam dentro dos vasos sanguíneos e ficam presos.
Um deles, media aproximadamente, 2,35cm, e o outro, 1,7cm de diâmetro.
Os trombos sobrecarregavam o coração, e causaram acumulo de líquido no pulmão e no abdômen. O quadro era muito grave!
O médico alertou que se os coágulos se movimentassem, eu poderia sofrer uma embolia pulmonar, ou mesmo, um enfarto fulminante.
Assim sendo, ele solicitou repouso absoluto.
Confesso que fiquei muito assustado; porém sabia que tudo tinha uma razão de ser.
Refleti que, as duas vezes em que tive a vida salva na infância, a fé da família se fortaleceu.
Dessa vez, era a minha convicção em Meishu-Sama que precisaria se consolidar.
Busquei orientação com o ministro, que me recomendou intensificar o recebimento de Johrei, e fazer o Sorei Saishi (Ofício Religioso de Assentamento e Sagração dos Ancestrais e Antepassados).
A família se uniu para me prestar assistência religiosa. Assim, eu recebia mais de dez horas de Johrei por dia.
Ao mesmo tempo, lia os Ensinamentos de Meishu-Sama, e assistia aos cultos pela Izunome.TV.
Quando não conseguia dormir por causa da tosse ou da falta de ar, assistia aos cultos pelo celular e logo pegava no sono.
Dessa forma, em cerca de vinte dias, os sintomas melhoraram; a tosse parou; o cansaço sumiu, e a perna desinchou.
O médico me liberou para atividades leves, e voltei à igreja para receber Johrei.
No dia 5 de novembro, estava na Difusão recebendo Johrei, quando senti um calor intenso e mal-estar.
Dirigi-me ao banheiro, onde desmaiei.
Bati fortemente a cabeça em uma peça de cerâmica, que se quebrou com o impacto. Perdi uma quantidade elevada de sangue, e fui imediatamente conduzido ao hospital.
Enquanto aguardava para ser submetido aos exames, recebi muito Johrei e orações.
A preocupação dos médicos era com um possível traumatismo craniano, e com o sangramento excessivo.
Mais uma vez, minha vida foi salva pelo Johrei.
A hemorragia cessou, e a tomografia descartou qualquer comprometimento cranioencefálico.
Recebi seis pontos na orelha, quatro na cabeça, e pude voltar para casa.
Eu tinha a certeza de que Meishu-Sama estava no comando, e que o ocorrido era apenas um caminho que o sangue sujo havia encontrado para ser eliminado.
Segui recebendo, em média, 12 horas diárias de Johrei.
Após quinze dias, refiz o ecocardiograma.
Uma notícia surpreendeu a todos: os dois coágulos haviam desaparecido misteriosamente.
É impossível descrever minha alegria e gratidão.
A partir desse milagre, meu espírito se fortaleceu, e a fé se consolidou.
Não consigo imaginar o que teria ocorrido comigo se não fosse Meishu-Sama.
Diante disso, comprometo-me a servir intensivamente à Obra Divina, sobretudo por meio do Johrei, prestando assistência religiosa e conduzindo pessoas à salvação.
Seguir os passos de Meishu-Sama, e ser utilizado por ele para a construção do Paraíso Terrestre é, sem dúvida, uma honra e uma permissão inestimáveis, que pretendo cultivar e valorizar por toda a vida.
Muito obrigado.
