Experiência de Fé do Culto

Emília Ivova Valova – Setembro 2017

Igreja Messiânica Mundial do Brasil - setembro, 2017

Culto Mensal de Agradecimento de Setembro e Culto do Belo
Solo Sagrado de Guarapiranga
3 de setembro de 2017

Bom dia a todos. Sou natural da Bulgária, mas resido no Brasil desde 1997. Sou messiânica há 2 anos e dedico no Johrei Center Curicica ligado à Igreja Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Hoje, eu gostaria de compartilhar com todos a importância de reconhecer a atuação de Deus na minha vida por intermédio da música.

Trabalho como violoncelista na OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira).

A arte, no meu caso, representada pela música, vem me acompanhando desde os seis anos de idade, quando comecei os meus estudos de violoncelo na Escola de Música de Sófia (capital da Bulgária).

Lembro-me muito claramente, como ficava fascinada com a beleza do som do violoncelo, tocado pela minha professora. Quando ela pegava o instrumento e começava a extrair o som eu sentia algo que não sei como explicar. Era uma emoção única.

Então, passei a estudar e fui diariamente buscando o aperfeiçoamento deste lindo som.

Foram muitos anos de dedicação integral à música.

Adorava assistir concertos e desfrutar do som de um solista instrumental ou uma orquestra. Após me formar em musica, mudei-me para o Brasil e fui morar na cidade de Manaus.

La chegando, logo no primeiro ano, comecei a trabalhar como professora de violoncelo no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, em Manaus.

Nesta época, percebi que tinha a mesma missão da professora, que me iniciou no estudo do violoncelo, ou seja, levar o Belo (a Música) até os meus alunos, que por sua vez, começaram a sua busca pela beleza do som do violoncelo.

Permaneci naquela região do Brasil, por treze anos e atualmente, dois alunos que formei, fazem parte da Orquestra Amazonas Filarmônica.

Em 2010, passei no concurso de violoncelista e mudei-me para a cidade do Rio de Janeiro. Fui trabalhar na Orquestra Sinfônica Brasileira.

Após cinco anos conheci a Igreja Messiânica por intermédio da minha secretaria do lar e me encantei com o Johrei e os ensinamentos de Meishu-Sama, em especial os que se referem a arte. Minha filha, também se identificou bastante  e juntas tivemos a permissão de nos tornarmos membros.

Logo em seguida, fui ao Culto no Solo Sagrado do Brasil, pela primeira vez. Fiquei maravilhada com a energia desse local Sagrado. Retornei e comecei a dedicar com afinco.

No ano passado meus colegas de trabalho e eu passamos por alguns meses difíceis, com atrasos no pagamento dos salários, devido à atual crise do país.

Comuniquei tudo à ministra responsável do Johrei Center.

A mesma me orientou que como a purificação era coletiva e não apenas minha, eu deveria me empenhar em ministrar Johrei, orar pela elevação espiritual de meus antepassados e os de meus colegas e oferecer uma gratidão diária por todos os colegas.

Nada que eu fizesse, deveria ser só para mim. E como trabalho com a musica que é uma expressão do Belo, eu deveria sempre buscar ter o sentimento de fazer o meu próximo feliz.

Saí da sala da Ministra Responsável com o sentimento mudado. A preocupação que eu sentia, deu lugar ao desejo sincero, de ajudar ao meu grupo de trabalho onde tinha pessoas, com dificuldades até para sustentar os filhos.

Logo que passei a seguir com obediência todas as orientações, recebi a primeira dentre as muitas graças que Meishu-Sama me concedeu.

Eu e vários outros colegas de trabalho fomos convidados para realizarmos algumas apresentações musicais no encerramento das Paraolimpíadas, no dia 18 de setembro, no Maracanã que salvaram a nossa situação financeira.

Nessa ocasião, aprendi, que qualquer que seja a gravidade da situação porque passamos, ter fé em Deus e Meishu-Sama, e seguir as orientações recebidas faz toda a diferença!

Passando por toda minha trajetória musical, de 35 anos, fiz a seguinte reflexão:

A Arte, aos poucos, foi modelando a minha vida e hoje, tenho plena certeza que minha missão, é levar o Belo, por meio da musica, às pessoas, tornando-as felizes!

Aprendi com os ensinamentos de Meishu-Sama que mais do tocar bem um instrumento musical, é preciso ter a vontade de tocar o coração das pessoas pelo desejo sincero de fazê-las felizes. Quão gratificante é poder ver a felicidade nos olhos dessas pessoas, após uma apresentação.

Esta sim, é a Verdadeira Arte que salva!

Agradeço a Deus, a Meishu-Sama e aos meus antepassados pela permissão de poder compartilhar com todos a minha experiência e espero que possamos, a cada dia, buscar essa arte de alto nível, que embeleza todas as nossas ações.

Muito obrigado a todos.